quinta-feira, 26 de abril de 2012
sábado, 10 de dezembro de 2011
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Pra acabar, olhe mais uma vez para esses corpos marginais
“...em movimento os corpos que muitos olhos olharam. O ano é
já crepuscular no horizonte, abranda suas luzes, presenteia os poucos dias em
regressiva conta, com amarelos, laranjas, violetas, nessas nuvens neon, nesses
céus fogueira, nesse paraíso cerrado, a descer ladeira, pouco a pouco desbotando
o dia, despontando a noite. Aos olhos a espera do novo, em movimento os corpos
que muitos olhos olharão.”
E o Coletivo Teatro da Margem se despede de mais um profundo ano
de trabalho que começou no embalo do processo de criação de nosso primeiro espetáculo de rua “A Saga no Sertão da FarinhaPodre” que logo no primeiro semestre estreou e circulou pela região do triangulo levando
nosso trem caipira para Uberaba, Ituiutaba, Patos de Minas, Iturama e
finalmente Uberlândia. Foi o tempo de preparar as malas tomar um café e já
estavamos dando partida no trem outra vez, desenhando um triângulo pela superfície
do Brasil com seus trilhos passando por Araçuaí/MG, Campo Grande/MS, e Angra dos Reis + Ilha Grande / RJ. De volta a nossa terrinha, finalizaremos o ano na
programação do festival Olhares Sobre o Corpo.
E em 2011 o CTM também realizou apresentações dos espetáculos
Objetos Sólidos e Elas num Tempo Irrompido, estreou o primeiro espetáculo do
Núcleo 2 “As bordadeiras de Santiago”, estreou o espetáculo unipersonal de
Narciso Telles “Memorial de Silêncios e Margaridas”, comemorou seu aniversário
de 04 Anos com apresentações dos espetáculos, vídeos e festinha, realizou oficina e palestra de Viewpoints com Tanya Kane-Parry da Califórnia na UFU com apoio do Programa de Mestrado em Artes, reencontrou
amigos que já fazem parte da nossa trajetória como o pessoal do Teatro de
Operações e do Ícaros do Vale, conquistou novos amigos pelos caminhos percorridos, criou e apresentou uma nova performance “Território 122 –Trajetória dos Afetos” e agora aguardamos o fim de mais um ano com o marco desse Olhares, na espera de que
o ano que se achega seja de muito trabalho, realizações, envolvimento, trocas e
sobretudo muita ARTE!!!
.
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
CTM no XV Encontro Nacional de Teatro de Rua de Angra dos Reis - Ilha Grande
O XV Encontro Nacional de Teatro de Rua de Angra dos Reis – 2011, realizado e organizado pelo Grupo Cutucurim, através do Prêmio Funarte - Festivais de Artes Cênicas - 2010, FUNARTE – Fundação Nacional de Artes - Ministério da Cultura, e com apoio da Prefeitura Municipal de Angra dos Reis, agitará Angra dos Reis do período de 11 à 15 de Novembro de 2011, na Vila do Abraão e outras comunidades da Ilha Grande.
www.encontrodeteatroderua.com
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quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Território 122
O
lugar de habitarmos e de nos habitarmos pelas diversas regiões,
lugares e espaços que nos habitam. A busca por inventar possibilidades de
encontro aos territórios do corpo em relação com outros
corpos. Um só corpo multifacetado. Territórios refratados, mutilados,
(des)-estabilizadores das vias que trafegam por inícios e
fins reconhecíveis a supostos meios relacionais [insistentes de que inícios e fins não existem, senão em padrões ficcionais de organização]. Onde indivíduos e
coletivo imprimem seus rastros esquadrinhando e adentrando por outras superfícies do
urbano, do concreto, do real, material, reinventando e subvertendo a superfície. Numa convergência de sentidos do ser aberto em "SI" [Bemol] e que se transforma no ser fechado em "SI" [e em LA Sustenido] ou continuamente aberto a
revelar territórios [partituras] de aproximação dos afetos e desafetos em
uma sucessão de percurso que converge no instante presente.
primeira aparição pública:
dia 09/11/2011 às 18h30 no
largo do RU Santa Monica
- UFU
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sábado, 22 de outubro de 2011
Trailer do espetáculo "Objetos Sólidos"
Espasmos. Recolhermo-nos em nós mesmos numa tentativa de ir ao encontro do ser.
"Por vezes é estando fora de si que o ser experimenta consistências" (Bachelard).
Objetos Sólidos traduz a investigação do corpo movimento e suas reverberações espásmáticas ou não, nos possíveis ambientes em que possa acontecer.
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segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Revolvendo a memória e ascendendo às consciências - texto crítico de Walter Lima Torres sobre "A Saga no Sertão da Farinha Podre"
*Crítica referênte à apresentação do espetáculo no V FESTCAMP - Festival Nacional de Teatro de Campo Grande
O Coletivo da Margem (CTM) de Uberlândia, liderado e dirigido por Narciso Telles, trouxe ao FESTCAMP a sua primeira incursão pelo universo do teatro de rua. Trata-se de um espetáculo arrojado que na sua forma faz apelo a matrizes populares da nossa cultura onde se mesclam a assimilação do importado e a cultura religiosa. As alusões ao popular estão desde os figurinos com suas cabeças-caveiras-de-boi até a malhação do Judas; o comportamento do bloco do sujo; o Trenzinho Caipira de Villa Lobos; etc.
Quanto à narrativa propriamente, o coletivo se atém ao fragmento, onde cada momento da ação cênica transcorre de maneira autônoma, entre as partes, num espaço específico dentro da Praça do Radio, no coração da cidade.
O ponto de partida do espetáculo é a apresentação de uma versão para peça de Sófocles, Antígona, anunciada pelo “bloco de sujo” com suas faces cobertas por máscaras de carnaval. O verdadeiro rosto do ator é revelado quando os mesmos retiram a mascara e se apresentam, informando seu nome e o personagem que irá representar ao tomar parte na adaptação da peça grega. E nesse exercício de revelação da própria identidade de cada integrante, e por que não dizer da revelação da precariedade desses improvisadores-fazedores de teatro, eles informam ainda os seus números de CPF. Essa atitude revela uma espécie de reivindicação ao fato de que o ato teatral também é um ato de cidadania, que combate a tirania e revela as desigualdades. E neste caso, brevemente, a tirania é representada por Creonte, o “ditador” que se opõem aos rituais de sepultamento para o corpo de Polinices realizados por Antígona.
Logo depois será substituído por um outro tirano. A “Tia” traveca, imperialista e ariana, calçando coturnos e de chicote na mão, com visual Dzi-Croquete, que se põem a sufocar o arcaico, dando inicio ao seu circo pós-brega com direito a desfile de moças selecionadas onde o outro, o diferente, não tem lugar e é excluído.
Esta ação cênica inicial, realizada pelo Coletivo da Margem (CTM), a qual não deixa de traduzir um conflito, é só uma espécie de apresentação dos conflitos que se desdobrarão, sempre de forma alegórica incitando o transeunte desavisado a refletir sobre sua própria condição de oprimido pelas mais diversas manifestações de controle exercidas, sobretudo pelas “figuras utópicas que representam a cidade ideal”, como não deixa de afirmar a sinopse do espetáculo.
O Coletivo da Margem (CTM) parece ter elaborado sua prévia pesquisa de campo, para realização do espetáculo, entorno dos problemas existenciais e dos conflitos sociais atinentes à própria cidade de Uberlândia, entretanto percebe-se que o “sertão da farinha podre”, e, sobretudo “a farinha podre”, pode estar por toda parte espraiada, por diversas cidades. E o pior é que nem sempre conseguimos enxergar essas violências perpetradas pela manifestação do poder e da ordem, e sem querer somos até coniventes na nossa alienação involuntária. Essas violências ganham formatos edulcorados, perucas louras, modos subliminares, para manifestarem ainda hoje com indelével desfaçatez a violência da exclusão. Sobretudo se pensarmos as relações sedimentadas pelo princípio do “homem cordial” enraizada nas nossas relações sociais. E nesse sentido, de forma alegórica o Coletivo da Margem (CTM) aborda o preconceito racial; a violência contra as mulheres; a tirania dos detentores do poder; a necessidade de criarmos santos e mitos, etc.
Grande parte do teatro realizado nos anos 1960 e 1970, no Brasil, esteve dedicada a manifestar o seu protesto contra um regime ditatorial, totalitário que havia suprimido as instancias de debate público e a liberdade de expressão do cidadão. Hoje as regras do jogo parecem ter mudado e respiramos ares democráticos, e o cidadão nunca teve tantos meios de expressão à sua mão. Porém em nossas cidades, em nosso país e pelo mundo afora persiste o conflito entre valores arcaicos e valores contemporâneos. Há um choque cultural permanente. Esse choque pode ser percebido ao dobrarmos a esquina de qualquer cidade brasileira, aonde vamos tropeçando nessas realidades, que apesar de suas mazelas estão repletas de memórias e poesia.
Essa memória e essa poesia é que nos foi sugerida pelo trabalho do Coletivo da Margem (CTM) que alude sem afirmar, que indica sem determinar, pois ao optar por imagens metafóricas convida o transeunte espectador a meditar sobre seu próprio comportamento e as relações numa sociedade contemporânea que se teatraliza, ela própria, mascarando as relações de poder e afetividade, para não citarmos outras esferas relacionais.
É emblemática a ação cênica numa das cenas finais, a da cantiga popular infantil sobre Terezinha de Jesus e seus três Cavalheiros. Ressignificando o sentido da canção, o Coletivo da Margem (CTM) chama atenção para violência silenciada pela moral e pelo peso do ambiente social. E ainda operando com o principio alegórico, os “Judas” de um “Sábado de Aleluia” que estão pendurados pelas árvores da Praça do Rádio, personificam, neste momento a “perdida” Terezinha. Trata-se da personificação de um princípio, o do feminino; a personificação de uma idéia, a idéia do Outro: que três vezes é violentado e ultrajado indo ao chão; a mulher que três vezes é castigada por Pai, Irmão e Marido; a voz que três vezes é silenciada, pela família e por aquele terceiro, a quem a Terezinha da cantiga não teve outra escolha senão também lhe dar a mão.
O Coletivo da Margem (CTM) de Uberlândia, liderado e dirigido por Narciso Telles, trouxe ao FESTCAMP a sua primeira incursão pelo universo do teatro de rua. Trata-se de um espetáculo arrojado que na sua forma faz apelo a matrizes populares da nossa cultura onde se mesclam a assimilação do importado e a cultura religiosa. As alusões ao popular estão desde os figurinos com suas cabeças-caveiras-de-boi até a malhação do Judas; o comportamento do bloco do sujo; o Trenzinho Caipira de Villa Lobos; etc.
Quanto à narrativa propriamente, o coletivo se atém ao fragmento, onde cada momento da ação cênica transcorre de maneira autônoma, entre as partes, num espaço específico dentro da Praça do Radio, no coração da cidade.
O ponto de partida do espetáculo é a apresentação de uma versão para peça de Sófocles, Antígona, anunciada pelo “bloco de sujo” com suas faces cobertas por máscaras de carnaval. O verdadeiro rosto do ator é revelado quando os mesmos retiram a mascara e se apresentam, informando seu nome e o personagem que irá representar ao tomar parte na adaptação da peça grega. E nesse exercício de revelação da própria identidade de cada integrante, e por que não dizer da revelação da precariedade desses improvisadores-fazedores de teatro, eles informam ainda os seus números de CPF. Essa atitude revela uma espécie de reivindicação ao fato de que o ato teatral também é um ato de cidadania, que combate a tirania e revela as desigualdades. E neste caso, brevemente, a tirania é representada por Creonte, o “ditador” que se opõem aos rituais de sepultamento para o corpo de Polinices realizados por Antígona.
Logo depois será substituído por um outro tirano. A “Tia” traveca, imperialista e ariana, calçando coturnos e de chicote na mão, com visual Dzi-Croquete, que se põem a sufocar o arcaico, dando inicio ao seu circo pós-brega com direito a desfile de moças selecionadas onde o outro, o diferente, não tem lugar e é excluído.
Esta ação cênica inicial, realizada pelo Coletivo da Margem (CTM), a qual não deixa de traduzir um conflito, é só uma espécie de apresentação dos conflitos que se desdobrarão, sempre de forma alegórica incitando o transeunte desavisado a refletir sobre sua própria condição de oprimido pelas mais diversas manifestações de controle exercidas, sobretudo pelas “figuras utópicas que representam a cidade ideal”, como não deixa de afirmar a sinopse do espetáculo.
O Coletivo da Margem (CTM) parece ter elaborado sua prévia pesquisa de campo, para realização do espetáculo, entorno dos problemas existenciais e dos conflitos sociais atinentes à própria cidade de Uberlândia, entretanto percebe-se que o “sertão da farinha podre”, e, sobretudo “a farinha podre”, pode estar por toda parte espraiada, por diversas cidades. E o pior é que nem sempre conseguimos enxergar essas violências perpetradas pela manifestação do poder e da ordem, e sem querer somos até coniventes na nossa alienação involuntária. Essas violências ganham formatos edulcorados, perucas louras, modos subliminares, para manifestarem ainda hoje com indelével desfaçatez a violência da exclusão. Sobretudo se pensarmos as relações sedimentadas pelo princípio do “homem cordial” enraizada nas nossas relações sociais. E nesse sentido, de forma alegórica o Coletivo da Margem (CTM) aborda o preconceito racial; a violência contra as mulheres; a tirania dos detentores do poder; a necessidade de criarmos santos e mitos, etc.
Grande parte do teatro realizado nos anos 1960 e 1970, no Brasil, esteve dedicada a manifestar o seu protesto contra um regime ditatorial, totalitário que havia suprimido as instancias de debate público e a liberdade de expressão do cidadão. Hoje as regras do jogo parecem ter mudado e respiramos ares democráticos, e o cidadão nunca teve tantos meios de expressão à sua mão. Porém em nossas cidades, em nosso país e pelo mundo afora persiste o conflito entre valores arcaicos e valores contemporâneos. Há um choque cultural permanente. Esse choque pode ser percebido ao dobrarmos a esquina de qualquer cidade brasileira, aonde vamos tropeçando nessas realidades, que apesar de suas mazelas estão repletas de memórias e poesia.
Essa memória e essa poesia é que nos foi sugerida pelo trabalho do Coletivo da Margem (CTM) que alude sem afirmar, que indica sem determinar, pois ao optar por imagens metafóricas convida o transeunte espectador a meditar sobre seu próprio comportamento e as relações numa sociedade contemporânea que se teatraliza, ela própria, mascarando as relações de poder e afetividade, para não citarmos outras esferas relacionais.
É emblemática a ação cênica numa das cenas finais, a da cantiga popular infantil sobre Terezinha de Jesus e seus três Cavalheiros. Ressignificando o sentido da canção, o Coletivo da Margem (CTM) chama atenção para violência silenciada pela moral e pelo peso do ambiente social. E ainda operando com o principio alegórico, os “Judas” de um “Sábado de Aleluia” que estão pendurados pelas árvores da Praça do Rádio, personificam, neste momento a “perdida” Terezinha. Trata-se da personificação de um princípio, o do feminino; a personificação de uma idéia, a idéia do Outro: que três vezes é violentado e ultrajado indo ao chão; a mulher que três vezes é castigada por Pai, Irmão e Marido; a voz que três vezes é silenciada, pela família e por aquele terceiro, a quem a Terezinha da cantiga não teve outra escolha senão também lhe dar a mão.
Walter Lima Torres
Crítico Teatral
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quinta-feira, 13 de outubro de 2011
CTM no FESTCAMP
Nessa sexta-feira o Coletivo Teatro da Margem pega estrada novamente, desta vez em direção ao Mato Grosso do Sul, apresentar A Saga no Sertão da Farinha Podre no V FESTCAMP - Festival Nacional de Teatro de Campo Grande.
Confira abaixo o programa do festival:
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terça-feira, 4 de outubro de 2011
I FESTA - FESTIVAL DE TEATRO DE RUA DE ARAÇUAÍ - ÍCAROS DO VALE Cia de teatro 15 anos
Essa semana o Coletivo Teatro da Margem retorna ao Vale do Jequitinhonha. Essa será a terceira viagem que o grupo faz à Araçuaí. A primeira foi em 2007 quando conhecemos o Vale na perspectiva da criação de nosso primeiro espetáculo, o "Canoeiros da Alma". Em 2009 voltamos, desta vez com a apresentação do espetáculo, cumprindo assim nosso desejo de apresentar o "Canoeiros" nas terras, e para as pessoas, de lá. Mas nossa ligação com o Vale não terminaria por aí, mais um ano ímpar e lá vamos nós novamente apresentar nosso primeiro espetáculo de rua no primeiro festival de rua de Araçuaí "A Saga no Sertão da Farinha Podre" no I FESTA. E também ministraremos uma oficina de Viewpoints na Rua. E que venha a estrada e que comece a FESTA!
terça-feira, 27 de setembro de 2011
A Cena é Pública - Coletivo Teatro de Operações
A Privatização da cena pública; o teatro da Democracia representativa, uma descaracterização da Cidadania Pela Associação da MESMA AO CONSUMO, AO DINHEIRO e à posse de Mercadorias; uma transferencia, Por Parte dos Consumidores, de Seu Poder Politico. Uma cena Opaco, AO discutir o Próprio teatro e SUAS Estruturas, si constitue nd Busca por hum distanciamento dos Grandes Protagonistas e dos Grandes palcos Políticos, hum Gesto Direção los como micro potencias desviantes. 'E Protesto, teatro OU ato Público? " (policial Serviço militar los AO SE deparar com UMA Operação) A Cena e Pública (Primeiro experimento do Coletivo Teatro de Operações) uti-SE de Elementos de circo, teatro, performance, dança, Artes Marciais e Técnicas de Ocupação do Espaço Urbano para, atraves de numeros Independentes e itinerantes (não Espaço Público / Espaços Não-Autorizados), dialogar com a Políticas Dimensões Históricas e do Espaço urbano e, tratar de Questões relacionadas AO cotidiano privatização da cena pública. O teatro da democracia representativa. A descaracterização da cidadania transformado por dinheiro consumir, e posse de bens. A perda do poder político dos cidadãos. teatrodeoperacoes.com
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segunda-feira, 5 de setembro de 2011
4 ANOS - CTM
Nesse mês de Setembro o Coletivo Teatro da Margem comemora seus 4 anos de vida e arte. Setembro nos rememora nossa primeira viagem ao Vale do Jequitinhonha, aquele que foi um importante passo para a formação do grupo, de onde surgiu o nome com o qual somos conhecidos, de onde nasceu o nosso primeiro espetáculo, o Canoeiros da Alma e daí pela frente mais algum chão percorrido até aqui.
Segue abaixo a programação completa:
13/09
14/09
15/09
16/09
FESTINHA DE 04 ANOS
às 22h na Rua Cleone Cairo Gomes 965 (no ponto mais alto da Av Belarmino Cotta Pacheco)
18/09
Comemorar hoje, com esse número 4 que é base, que é força e solidez, que na numerologia carrega uma vibração de muito trabalho, de busca pelo que se deseja realizar, nos dará mais força para continuar a percorrer nosso caminho, engatinhando rumo ao desafio de nos mantermos sempre juntos e cada vez mais persistentes na nossa arte e em nossos ideais. Por isso desejamos que todos nossos amigos estejam junto com a gente nessa semana de celebração.
Segue abaixo a programação completa:
13/09
Exibição
de Vídeo do Espetáculo Canoeiros da Alma (primeiro espetáculo do CTM) - 17h na
Sala de Interpretação - Bloco 3m - UFU Santa Mônicas
14/09
Conversa sobre Teatro de Grupo com o CTM coordenação de Narciso Telles - 18h na Sala de Encenação - Bloco 3M - UFU
15/09
Vídeo
do Espetáculo Elas num Tempo Irrompido - 18h na Sala de Interpretação
16/09
Espetáculo
Objetos Sólidos - 18h na Tenda da DICULT - Bloco 3E (Projeto INterludios
Cênicos Musicais)
FESTINHA DE 04 ANOS
Visualizar Rota para Rua Cleone Cairo Gomes 965 em um mapa maior
às 22h na Rua Cleone Cairo Gomes 965 (no ponto mais alto da Av Belarmino Cotta Pacheco)
Entrada: R$ 10,00 - com desconto para quem confirmar presença antecipadamente no Facebook
Com
D.Giaco - dando play pra começar
Anti-DJ Lu de Laurentiz - bem ‘risco
no disco’
Djs Dionys Hills & Marinex - pop
/ funk / indie / rock
/ tudo de legal
Dj André Luz -
pop------------trash------glamour
Tocador de Disco Getúlio Gois - brasileiro e cheio
de Bananeira
+ Bar D.A. Oiticica + Barraquinhas de Comida + Outras Surpresinhas
Parceria: D.A. Oiticica + GOMA Cultura em Movimento
17/09
Parceria: D.A. Oiticica + GOMA Cultura em Movimento
17/09
Espetáculo Memorial de Silêncios e Margaridas - 18h na Sala de Encenação - Bloco 3M - UFU
18/09
Espetáculo
A Saga no Sertão da Farinha Podre - 17h na Praça Clarimundo Carneiro (Projeto
PólisPhonica)
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