sexta-feira, 14 de maio de 2010

CTM no FITUB

O CTM estará no 23º Festival Internacional de Teatro Universitário de Blumenau:

Começou na terça-feira, 4 e terminou na quinta-feira, 6 a seleção dos espetáculos inscritos ao 23º Festival Internacional de Teatro Universitário de Blumenau, realizado pela FURB e que acontecerá de 9 a 17 de Julho no Teatro Carlos Gomes.  
O 23º FITUB recebeu 54 inscrições nacionais e 11 internacionais.  

Conheça os selecionados:
                  
Mostra Universitária Nacional
1) Hay Amor – Universidade Estadual de Campinas – SP
2) O Abajur Lilás – Universidade Federal de Santa Maria - RS
3) Ascensão e Queda da Cidade Mahagonny – Universidade Estadual de Campinas – SP
4) A Cena é Pública – Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) - RJ
5) A Noiva e o Condutor – Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará– CE
6) Canoeiros da Alma – Universidade Federal de Uberlândia – MG
7) A Serpente – Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) – RJ

Mostra Paschoal Carlos Magno – Universitária Ibero-Americana
1) El Enfermo Imaginario – Universidad Nacional del Litoral – Santa Fé – Argentina
2) Ofélia – Instituto Universitario Nacional  del Arte – Buenos Aires – Argentina
3) Ene, Finos Discursos y Perra Catástrofe – Universidad Finis Terrae – Santiago – Chile
4) Eteocles, Antígona, Polinices y otros hermanos – Universidad de Antioquia – Medellín – Colômbia
5) Tartarugas e Migração  –  Universidade Nova de Lisboa – Portugal.

Selecionadores
Participaram da comissão de seleção do FITUB os professores Walter Lima Torres, atualmente no Departamento de Letras Estrangeiras Modernas, atuando na área de francês e no Programa de Pós Graduação em Letras da Universidade Federal do Paraná, em Curitiba; Heloíse Baurich Vidor, professora efetiva do Departamento de Artes Cênicas da Universidade do Estado de Santa Catarina, na área de Pedagogia do Teatro; Valmor Nini Beltrame, Professor Associado da Universidade do Estado de Santa Catarina e Membro de corpo editorial da Móin-Móin (UDESC); Pita Belli, coordenadora geral do FITUB e Cibele Bohn, servidora da FURB e coordenadora auxiliar do Festival de Teatro

Site da FURB

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

O AMARGO SANTO DA PURIFICAÇÃO - Imperdível!!!

O Coletivo Teatro da Margem tem o prazer de apresentar a Uberlândia o grupo Ói Nóis Aqui Traveiz com o espetáculo de Rua O Amargo Santo da purificação, além do workshop de Teatro de Rua e a Palestra Ói Nóis Aqui Traveiz - 32 Anos: O teatro de rua no Brasil

Confira:
ESPETÁCULO
 O AMARGO SANTO DA PUIRIFICAÇÃO
Dia 5 de abril, às 16h na praça Clarimundo Carneiro

O espetáculo de Teatro de Rua "O Amargo Santo da Purificação" conta a história de um herói popular que os setores dominantes tentaram banir da cena nacional durante décadas. Na seqüência de cenas o público assiste momentos importantes desta trajetória: origens na Bahia, juventude, poesia, ditadura do Estado Novo, resistência, prisão, Democracia, Constituinte, clandestinidade, Ditadura Militar, luta armada, morte em emboscada e o resgate histórico, buscando um retrato humano do que foi o Brasil no século XX. É uma história de coragem e ousadia, perseverança e firmeza em todas as convicções. A coerência dos ideais socialistas atravessando uma vida generosa e combatente, de ponta a ponta. Marighella não abdicou ao direito de sonhar com um mundo livre de todas as opressões. Viveu, lutou e morreu por esse sonho. 

WORKSHOP 
TEATRO DE RUA
Dia 6 de abril, das 19 às 22h na Cia. Trupe de Truões (Av. Ana Godoy de Souza n° 381, Bairro Santa Mônica)

O workshop de Teatro de Rua (30 vagas) acontecerá de forma gratuita para atores e demais interessados a partir dos 16 anos. O Ói Nóis Aqui Traveiz acredita que a rua deve ser palco de um teatro que se assuma como constante repensar da sociedade. O cenário do espaço público exige do ator uma pré-disposição para lidar com todo tipo de imprevisto e um gesto ampliado capaz de prender a atenção dos cidadãos que acorrem casualmente. Em um encontro de três horas coordenado pelos profissionais do grupo, a oficina investigará o movimento e a voz para a ampliação do corpo do ator e a ocupação do espaço urbano.

PALESTRA
"Ói Nóis Aqui Traveiz - 32 anos:
O Teatro de Rua no Brasil"
Dia 7 de abril, às 19h na Ufu - Sala Camargo Guarnieri - bloco 3M - Campus Santa Mônica

A palestra "Ói Nóis Aqui Traveiz - 32 anos: O Teatro de Rua no Brasil", ministrada por Paulo Flores e Tânia Farias, abordará o Teatro de Rua como forma de democratizar o espaço cênico e a experiência da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz inserida neste cenário. Vinculado a bases populares ou partindo de experiências mais contemporâneas, o Teatro de Rua é uma das manifestações mais vivas e significativas das artes cênicas no Brasil de hoje.




quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Leminski diz:

Marginal é quem escreve à margem
deixando branca a página
para que a paisagem passe
e deixe tudo claro à sua passagem.

Marginal, escrever na entrelinha,
sem nunca saber direito
quem veio primeiro,
o ovo ou a galinha.

(Paulo Leminski)

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Elas num Tempo Irrompido se apresenta no projeto Quinta na ATU



 SINOPSE DO ESPETÁCULO
Um triângulo. Três cadeiras. Quatro atrizes.
A tentativa é concretizar a força, os desejos e as angústias de mulheres a partir de questões que surgiram durante o processo. Para tanto,  apropriamos das obras de artistas que marcaram o início do século XX (Virginia Woolf e Frida Kahlo) e mesclamos às indagações das atrizes que compõe o espetáculo.
Imersas em seus anseios e vidas alheias de outrora o elenco constrói uma cena intimista, sutil e sensível, levando o espectador a presenciar emoções vivenciadas por Elas - criadoras de suas vidas e executoras de suas mortes.

FICHA TÉCNICA
Elenco
Marcella Prado
Marina Ferreira
Nádia Yoshi
Priscilla Bello

Direção
Camila Tiago

Cenário
Concepção e execução:
Lucas Dilan + Samuel Giacomelli

Figurinos
Concepção:
Samuel Giacomelli
Execução:
Marly Magalhães

Iluminação  
Concepção:
Camila Grimaldi
Execução:
Camila Tiago

Sonoplastia
Execução:
Lucas Dilan

Produção
Coletivo Teatro da Margem

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Olhares Sobre o Corpo 2009


 ESPETÁCULOS
15 de dezembro

Canoeiros da Alma
Coletivo Teatro da Margem


Canoeiros da Alma é um espetáculo concebido a partir de várias leituras do universo dos moradores às margens do rio no Vale do Jequitinhonha. Esse rio não é o mesmo para cada um deles, seu significado pode trazer a idéia de vida, morte ou simplesmente ser indiferente. Os atores do Coletivo Teatro da Margem desvelam as sensações, impressões das experiências pelo grupo vivenciada nesse contexto, e que constantemente pairam sobre as vidas das pessoas do Vale do Jequitinhonha. Histórias que não são vistas ou contadas, mas as que foram vividas, onde nada se pede à Deus, a não ser que os livre da indiferença.


Elenco:
Adriana Moreira
Afonso Mansueto
Camila Tiago
Jhonatan Rios
Lucas Dilan
Nádia Higa
Marcella Prado
Priscilla Bello
Samuel Giacomelli
Dramaturgia: Luis Carlos Leite
Direção: Narciso Telles
Cenografia: Coletivo Teatro da Margem
Figurinos: Coletivo Teatro da Margem
Trilha sonora pesquisada: Coletivo Teatro da Margem
Iluminação: Camila Tiago e Nádia Higa
Produção: Adriana Moreira, Priscilla Bello e Samuel Giacomelli
Operação de luz: Marina Ferreira
Operação de som: Narciso Telles
Fotos : Luana Magrela


Local: Palco de Arte
Horário: 21h


18 de dezembro

I'm Not Here ou A Morte do Cisne
André Masseno


Dança-comentário elaborada a partir do diálogo com a obra coreográfica A Morte do Cisne criada em 1907 por Michel Fokine especialmente para a bailarina Anna Pavlova.

Local: Palco de Arte
Horário: 20h


19 de dezembro

Double Face -- Estranho é se Assim lhe Parece, Estas e outras Palavras
Flux Cia. De Dança de Ipatinga


Double: duplo. Double face: face dupla. Encontrar possibilidades através de desdobramentos. Desenvolver estratégias de sobrevivência. O sim e o não. Fim e princípio. Inclusão e exclusão. Ambigüidades. Entre o espaço delimitado por paradoxos existe o breve momento da estranheza, das decisões. Tempo para fazer escolhas. Hiato, vazio... O que legitima a escolha conveniente? Erros. Acertos. Corpo traduzido em conflito (meio ou veículo?). Corpo legendado que faz uso de si mesmo para se estabelecer como idéia, informação. Negociações... Resistência. Corpo misturado (sujeito ou mercadoria?). Originalidade e contaminação. Existe diálogo entre conceitos antagônicos? O que define o estranho? Talvez esse mesmo corpo descontextualizado daquilo que o meio estabelece como aceitável? Ou o não entendimento daquilo que não é identificável? O que é estranho? A palavra, a ação ou a existência? Antes das respostas é preciso agir.


Local: Palco de Arte
Horário: 20h


PERFIL

Olhares sobre o Corpo acontece na cidade de Uberlândia/Minas Gerais como um fórum de estudos sobre a relação contemporânea nas artes do corpo com a dança, artes visuais e a performance.


Em uma cidade de 600 mil habitantes, com seis universidades, que abriga um grande festival de dança durante 20 anos e, também uma bienal de artes visuais, esse projeto se apresenta como uma proposta de intensificar o pensamento artístico, científico produzido nesta manifestação cultural glocal, criando formas de encontro com outras reflexões estéticas dentro e fora de nosso espaço.


Mais do que um momento para apresentações de espetáculos, o fórum tem como proposta sua continuação não-formal, i.e., o que pode continuar a ser produzido antes-durante-e-após a sua passagem. Este blog com informações a respeito de sua produção, discussões, formação de redes é ferramenta de apoio deste conceito vivo.


O projeto acontece com parcerias que vão de bares às universidades, tentando abranger um máximo de pessoas que se interessam e que podem-vir-a-se-interessar por essas discussões. De pessoas em pessoas o festival desenvolve um espaço ambiental singular criando, em conjunto, um novo mapa de relação cultural na cidade.


De 2004 a 2007, Olhares sobre o Corpo trouxe para Uberlândia artistas e profissionais afins de Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Argentina.Houveram apresentações de espetáculos, encontros para discussões de temas relacionados à produção artística, lançamento de livros, exposições de trabalhos de artes-visuais no Palco de Arte (sede do evento) e em outros espaços da cidade: praças públicas, galerias de arte e locais cedidos pela Prefeitura Municipal de Uberlândia.Nomes como Helena Katz, Christine Greiner, Nirvana Marinho, Marcela Benvegnu, Marcelo Castilho Avellar, Lenora Lobo, Cristina do Espírito Santo (Itaú Cultural), Grupo Alaya, Cia. Meia Ponta, Tuca Pinheiro, Marisa Monadjemi, Cia. Meia Ponta, Adriana Banana, Cláudia Müller, Helena Vieira, Juliana Piquero, fizeram parte do festival, juntamente com outros artistas da cidade como Vanilton Lakka, Wagner Schwartz, Juliana Penna, cia. Uai Q Dança, cia. Balé de Rua, Grupo Strondum, Ana Reis, Aline Schwartz, Luciana Branco, Thiago Costa, Cassia Nunes, Rosana Artiaga e o Grupo Porcas Borboletas.


Olhares Sobre o Corpo se mostra como proposta viva mediante ao ajuntamento e transcriação de linguagem em relações de parceria com as faculdades de artes cênicas, artes visuais, história, geografia, filosofia, psicologia possibilitando o desenvolvimento da produção sociocultural e estética da comunidade local. Além dos encontros artísticos, foram convidados professores de outras áreas de conhecimento científico para investigar o corpo na sociedade contemporânea como a psicanalista Salma Abdumassi, a historiadora Claudia Guerra, o oftalmologista Dr. José Mesquita, o ginecologista Túlio Tadeu Marcoline, o professor de filosofia Dr. Bernardo Bernardino e o ambientalista Eduardo Bevilaqua.


A idéia desse evento é promover um encontro entre a comunidade de Uberlândia, artistas da cidade e outros estados possibilitando o acesso a arte e, fundamentalmente, colaborando para os processos educativos de formação de público e de consciência crítica a cerca do corpo-sujeito na arte-cultura contemporânea.

Visitem o Blog Oficial

Olhares sobre o corpo

Olhares sobre o Corpo acontece na cidade de Uberlândia/Minas Gerais como um fórum de estudos sobre a relação contemporânea nas artes do corpo com a dança, artes visuais e a performance.


Acessem:

http://olharessobreocorpo.blogspot.com/

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Programa Radiola - Festival Jambolada 2009

Mais um belo trabalho de cobertura realizado pelo Radiola, programa de música produzido pela Trama e veiculado toda segunda-feira, às 20h, na TV Cultura. Dessa vez, o foco foi o Festival Jambolada 2009, com uma breve participação do Coletivo Teatro da Margem com imagens da performance "Das Cadeiras" que foi apresentada durante o Festival. Confiram:

segunda-feira, 26 de outubro de 2009



"Vocês transformaram tabu em totem!"
(Danislau Também - Porcas Borboletas)*




* Sobre a apresentação de "Das Cadeiras" no Jambolada 2009

domingo, 25 de outubro de 2009

Coletivo, Mary Overlie, Donnie Mather e Viewpoints/Suzuki!!

Nádia, Priscilla e Samuel viajam nesta quarta-feira para o Rio de Janeiro onde acontecerá o II Engrupedança – Diálogos e Dinâmicas, a ser realizado nos dias 29, 30 e 31 deoutubro. O evento dá prosseguimento ao I Engrupedança, ocorrido em São Paulo, na UNESP, em 2007. Seu objetivo inicial foi promover a discussão referente à produção de conhecimento multidisciplinar em Dança, em âmbito nacional, fomentando o diálogo e o intercâmbio entre os Grupos de Pesquisas em Dança certificados pelo CNPq.
O Engrupedança receberá Mary Overlie performer, coreógrafa e professora que desenvolveu os seis Viewpoints e também o ator Donnie Mather que trabalha há 12 anos com os métodos Suzuki e Viewpoints com Anne Bogart diretora da Siti Company onde colaborou como artista associado. Os dois ministrarão workshops os quais nós experimentaremos.
Na semana seguinte, Marcella e Lucas chegam ao Rio para compor o coro do Coletivo. Trabalharemos mais intensivamente com Donnie Mather, num workshop de quatro dias ministrado na sede da Cia. dos atores.
Que beleza!!!!!

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Hoje o Coletivo Teatro da Margem apresenta a performance "Das Cadeiras" e a amanhã a "Corpos que Ficam" no Festival Jambolada.

Confiram a programação completo do Festival clicando na imagem:


"leia-me descubra-me submeta-me deguste-me ouça-me coma-me levante-me lamba-me cheira-me bata-me tira-me feche-me beija-me faça-me puxe-me aprecie-me sinta-me ajunta-me demarque-me contraste-me cubra-me delongue-me arranca-me desnude-me meça-me cobiça-me prove-me refaça-me tange-me sirva-me toma-me venda-me rompa-me tapa-me"

A performance propõe a interação direta porém “quase” passiva com o público. Busca suscitar no espectador a relação com os performers através de alguma ação traduzida por um verbo reflexivo – levante-me, beije-me, cheire-me – escolhido por cada performer, que impossibilitado de mover-se por estar amarrado em sua respectiva cadeira, apenas compartilha de alguma maneira tal ação com aquele que a executa.

Abaixo fotos da performance "Das Cadeiras". (Clique para ver Grande)

Xingue-me (Marina Ferreira)

Sinta-me (Marcella Prado)


Ouça-me (Camila Tiago)


Levante-me (Lucas Dilan)


Dispa-me / Vista-me (Samuel Giacomelli)


Deguste-me (Prisicilla Bello)


Cheire-me (Nádia Yoshi)


Apalpe-me (Jhonatan Rios)

Amarre-me (Afonso Mansueto)

Mais fotografias em: http://www.orkut.com.br/Main#Album?uid=18017456810506799557&aid=1255792178

sábado, 17 de outubro de 2009

A cidade do progresso ignora sua memória. Coisas do convencionalismo.



















Alunos do curso de teatro e artes visuais foram rumo ao Teatro Grande Otelo, com suas máscaras, panfletos, baldes e esfregões. Objetivo: trajetos individuais ou coletivos rumo ao prédio onde um dia funcionou e (na teoria) voltará a funcionar o Teatro Grande Otelo na cidade de Uberlândia (o prédio está em ruínas). No local, ações que simbolizam nossos desejos e que se manifestaram de forma pacífica, mas que marcaram de certa forma as pessoas que por ali passaram, pois iam contra o convencionalismo diário, contra a ordem de costume.
Lavamos o teatro, suas paredes e calçadas com esfregões e água que muito rápido ia tomando o cheiro e a cor do abandono, do descaso que escorriam do prédio. Paramos o trânsito na avenida na tentativa de que as pessoas ao menos notassem naquela esquina a existência da fachada abandonada.
De fato, uma cidade que nem sequer preserva a memória de um grande ator brasileiro, negro, cômico, e nascido aqui, sofrerá constantes interferências da classe artística, em geral, pois não faz sentido algum que o movimento cesse sem que algo se transforme. Esse foi apenas o início das ações. Outras virão por aí.


O movimento "Vamos ao Teatro Grande Otelo?" surge com os seguintes objetivos:
- A preservação de um patrimônio público e histórico da cidade de Uberlândia;
- O funcionamento de um espaço teatral que há anos se encontra inativo e abandonado;
- Resgatar a memória de um ator cômico, popular, negro e uberlandense: Grande Otelo;
- Informar a classe artística, assim como a população em geral, sobre as condições em que o teatro se encontra e quais as medidas que vem sendo tomadas;
- Promover um movimento de contestação e diálogo dos artistas locais com o poder público;
Nossas primeiras ações:
- Diálogo com a Prefeitura e a Secretaria de Cultura de Uberlândia em busca de esclarecimentos sobre a verdadeira condição do Teatro Grande Otelo;
- Divulgação das informações à respeito do teatro em todos os meios de comunicação possíveis;
- Ação panfletária e performática com início no dia 16 de outubro, em espaços da cidade como em ônibus, terminais e fachada do Teatro Grande Otelo;
- Inserção da frase "Vamos ao Teatro Grande Otelo?" durante os espetáculos e outras manifestações artísticas dos artistas de Uberlândia.

Visitem: www.vamosaoteatrograndeotelo.blogspot.com

terça-feira, 13 de outubro de 2009


O Espetáculo "Canoeiros da Alma" do Coletivo Teatro da Margem foi prêmiado no Festival Universitário de Patos de Minas.
Levamos o Prêmio de Melhor Iluminação (Camila Tiago e Nádia Yoshi)
Além das seguintes indicações:
- Melhor Direção (Narciso Telles)
- Melhor Atriz Coadjuvante (Camila Tiago)
- Melhor Atriz (Nádia Yoshi)
- Melhor Ator (Samuel Giacomelli)
- e MELHOR ESPETÁCULO

PARABÉNS COLETIVO PELO PRÊMIO E PELAS INDICAÇÕES, ESTAMOS APENAS NO COMEÇO DE NOSSA TRAJETÓRIA - PELA MARGEM!!!

domingo, 11 de outubro de 2009

Ali do lado. Patos de Minas.


Ali do lado. Patos de Minas.

Uberlândia, Belo Horizonte, Curitiba, Rio de Janeiro, Araçuaí, Uberaba e, por último, Patos de Minas. Ontem, às 15:30 (horário um tanto inconveniente) Canoeiros da Alma se apresentou no III Festival Nacional de Teatro Universitário de Patos de Minas, somando mais um lugar por onde o Coletivo Teatro da Margem circulou.
Problemas logo às seis horas da manhã, horário marcado para a viagem: causas irregulares relativas ao transporte que nos é oferecido pela Universidade Federal de Uberlândia vêm se tornando uma constante. E o fato de nos possibilitarem transporte aos locais de apresentação NÃO É NENHUM FAVOR, afinal “Canoeiros da Alma” é uma produção que se vincula à instituição, sendo uma atividade também de extensão. Enfim, foi-nos oferecido à princípio um MICRO-ONIBUS de uma empresa terceirizada que presta serviço à Universidade (que estava no horário e hora marcados, sem problema algum), também um caminhão e um motorista, patrimônio e funcionário PÚBLICOS da UFU, respectivamente, que não compareceram. Na verdade o caminhão estava pronto para a viagem, na garagem ainda, mas o motorista... Cogitamos a possibilidade de levarmos o cenário do “Canoeiros da Alma” e do espetáculo “As Criadas”, da Confraria Tambor, que também se apresentou no festival, na ELZA, fiat strada do Afonso. Mas graças ao Humberto, motorista da Ptrans tur, a empresa terceirizada, conseguimos um ônibus com bagageiro grande. Embarcamos!!!!
Chegando em Patos mais um problema, aliás que já conhecíamos com antecedência: o espaço que nos foi destinado para a apresentação era um PALCO ITALIANO, indo totalmente contra a proposta de encenação de Canoeiros da Alma. Enfim, mas uma vez, fomos flexíveis, respiramos, e acomodamos o público presente no palco e alguns outros na platéia. Infelizmente, acontecendo dessa forma, a concepção do espetáculo perde em essência de proposta.
Após o espetáculo, tínhamos meia hora para desmontarmos tudo, exatamente tudo e deixar o espaço livre para o próximo grupo a se apresentar, coincidentemente, o grupo era a Confraria Tambor, que estreou seu espetáculo às 22 horas (um horário bem mais conveniente que o nosso). Ao mesmo tempo da desmontagem, aconteceu um "debate" sobre o “Canoeiros da Alma” e não pudemos estar todos presentes, pois tínhamos um grande trabalho a fazer. De que adiantou tal debate?
Imposições demais às vezes cansam. Flexibilidade demais às vezes cansa. Desrespeito demais às vezes cansa!


Só pra deixar registrado, nossa "carga" um tanto quanto marginal: